Literatura Escoteira do Brasil


GUIAS E MANUAIS DO ESCOTEIRO
Um breve relato do processo de implantação do escotismo brasileiro
 por Alexandre Banchi

            O conhecimento a respeito da história de nossos guias e manuais é um exercício que contribui para o escotista e o dirigente preocupado em compreender o mecanismo dos modelos empregados na aplicação do nosso conhecido método durante a implantação do movimento escoteiro no Brasil. No texto a seguir poderemos visualizar a evolução bibliográfica da abrangência da proposta pedagógica de Baden-Powell no Brasil através da literatura destinada aos jovens e que ainda hoje vem sendo atualizada, experimentada, discutida e analisada tendo sempre em perspectiva a contribuição do crescimento do jovem em nossa organização.

            Após a realização do primeiro acampamento em agosto de 1907 considerado o início do movimento escoteiro, seu verdadeiro apogeu com certeza foi a publicação dos seis fascículos quinzenais do “Scouting for Boys” escritos por Baden-Powell entre janeiro e março de 1908. A obra basilar do escotismo, segundo informações de especialistas foi traduzido em várias línguas é um verdadeiro best seller, sendo considerado um dos livros mais publicado no século XX.

            Se no início os jovens ingleses utilizam o livro como o primeiro guia prático de escotismo, no Brasil sua tradução e adaptação seguiram um longo caminho. A primeira tradução do que hoje conhecemos como “Escotismo para Rapazes”, surgiu com o título de “Manual do Escoteiro” foi realizada pelo Dr. Hermano Neves e tinha como subtítulo “Guia de educação cívica para portuguezes e brasileiros” que o traduziu do francês, e foi publicada em duas edições datadas de 1915 e 1917 pela Empreza Lusitana Editora, da capital Lisboa. Mas a primeira edição brasileira da obra de B-P foi publicada somente em 1961 pela Companhia Melhoramentos de São Paulo, e nas décadas anteriores à sua circulação entre os membros do nosso movimento, constava de cópias rodadas em mimeógrafo por capítulos traduzidos, hoje tão raros como o livro português.

            Com a implantação do escotismo no Brasil, os diversos núcleos escoteiros diante de suas diversidades, não ofereceram a leitura do primeiro livro escoteiro aos seus jovens e adultos dificultando as vezes a sua real compreensão, e rapidamente procuraram criar seus próprios guias e manuais, lembrando que a idade do escoteiro naquela época abrangia em algumas associações a faixa etária compreendida entre 10 anos até 17 anos.

            Assim vemos adaptações muitas vezes relacionadas aos interesses de seus líderes, surgindo nesse período na cidade do Rio de Janeiro, a Capital Federal o primeiro livro destinado ao jovem, escrito por Arnaldo Guinle e Mario Pollo em 1916 (1920 – 1922), denominado “O Livro do Escoteiro: Manual do Escoteiro Brasileiro” com subtítulo “Adaptação de obras congeneres inglezas, francezas e portuguezas” que foi posteriormente reeditado em 1922. Neste ano também anotamos outras adaptações do Scouting for Boys, com a obraEscotismo”, de Attílio (1916) Vivacqua e (1920)Ementário de Escoteiros” de Benevenuto Cellini dos Santos, um livro de apontamentos que o escoteiro deveria se lembrar com diversas instruções sobre as técnicas para escoteiros.

            Já em São Paulo, a ABE – Associação Brasileira de Escoteiros, a primeira entidade de caráter nacional criada em novembro de 1914, publicava no ano de 1917 para seus integrantes os livros “Instucção Technica” e “Educação Physica” escritas pelo Tenente Coronel Pedro Dias de Campos, numa época em que a preocupação dessa instituição era atingir como objetivo do aperfeiçoamento humano a educação moral, física, cívica e intelectual da juventude brasileira, e em 1920, Adelardo Soares Cauby lançou o livro especifico para o ramo feminino da ABE denominado “Organização de Brigadas de Escoteiras” que havia sido implantado nessa associação definitivamente em 1915. Outro livro que se tem registro é o “Guia do Escoteiro Baiano” escrito pelo Segundo Tenente do Exército, Edgar da Cruz Cordeiro em 1920 publicado em dois volumes.

            Nessa época é bom lembrar que o movimento escoteiro no Brasil consolidou-se por duas veredas: o da criação de unidades escoteiras sejam elas associações, federações, confederações (ou outra denominação) por iniciativa de organizações estatais e de instituições da sociedade civil, e também o caminho do Escotismo Escolar, implantado inicialmente em São Paulo, este quase sempre com financiamento público. Em vários estados brasileiros há registros do custeamento das atividades escoteiras pelo poder público a partir do ano de 1917. A prática do escotismo escolar encerrou-se no final da década de 1940, quando então participavam somente os alunos quisessem e tivessem o consentimento dos seus pais ou responsáveis.

            Em 1924, o Dr. Hilário Freire de São Paulo que exerceu diversos cargos na diretoria da ABE lança o “Guia Brasileiro do Escoteiro” que serviu de referência juntamente com outros livros para o então Capitão Tenente da Marinha Benjamin Sodré lançar sua versão destinada aos jovens. Este ano é fundamental na história do escotismo nacional, já que em 24 de novembro é fundado a UEB – União dos Escoteiros do Brasil sendo um dos seus mentores o próprio Velho Lobo (pseudônimo de Sodré). É importante destacar que no primeiro estatuto da recém criada instituição não se previa a supervisão técnica e, portanto não há uma unificação do conteúdo técnico, nem mesmo um programa específico para a prática do escotismo. Com esta deficiência normativa, foi reestruturado com a aprovação do segundo estatuto em 1928 e que foi aplicado em 1936 com a publicação do “Regulamento Técnico da UEB”, que finalmente definia oficialmente as conquistas das classes pelos escoteiros, antes regulada quase que provisoriamente pela Comissão Técnica da UEB.

            A obra de Benjamin Sodré “Guia do Escoteiro” cuja primeira edição foi publicada no segundo semestre de 1925 com 356 páginas e tiragem de 3 mil exemplares, tinha a recomendação do Conselho Diretor da UEB que na apresentação do livro anotava em seus parágrafos:
Tecnicamente representa a doutrina escoteira em toda a sua pureza, sem os pendores de militarismo ou de esporte ou de simples educação física que infelizmente tantas vezes vem prejudicar louváveis, mas menos bem orientado esforço de criação e manutenção de Tropas Escoteiras.

            E também:

A União dos Escoteiros do Brasil aconselha, pois, calorosamente este ótimo e magnífico manual, realmente digno dos maiores elogios e recomendações”.

            O Guia do Escoteiro teve ainda mais três edições sempre atualizadas pelo autor seguindo as mudanças técnicas promovidas pela UEB, na qual o Velho Lobo era o Diretor Técnico, e assim na 2ª edição em 1932 com 8 mil exemplares já constava 508 páginas. Na 3ª edição em 1943, temos a tiragem de 10 mil exemplares em 557 páginas e finalmente a 4ª edição, publicada em 1959 também com 10 mil exemplares temos 546 páginas. O conteúdo do livro dividido em capítulos preparava o jovem candidato a escoteiro a submeter-se na realização de provas após um mês do ingresso na Tropa, prestando o “compromisso escoteiro” sendo recebido então como Noviço com direito a usar o uniforme. Posteriormente conquistaria a “Segunda Classe” e a seguir a“Primeira Classe”. Quando conquistava cinco especialidades, dentre as obrigatórias de “Enfermeiro” e “Acampador” era conferido o título de “Escoteiro da Pátria”.

            O Velho Lobo também publicou o “Caderno do Escoteiro” que é uma pequena síntese do guia, que contém apenas as provas de classe, e foram impressas em duas edições, sendo 1926 com 20 mil exemplares e em 1942 com 5 mil exemplares. Estas edições foram acrescidas com a publicação integral na revista “O Tico Tico” totalizando 80 mil exemplares. Em 1994, o Centro Cultural do Movimento Escoteiro editou em fac-simile o “Guia do Escoteiro” de 1925, em homenagem ao centenário do nascimento do Velho Lobo comemorado dois anos antes.

            Em 1930 Gelmirez de Melo publicou, com patrocínio da Federação Brasileira de Escoteiros do Mar, o “Manual do Noviço” e em 1940, no Recife Estado de Pernambuco, Wilson de Miranda publicou o Manual do Noviço Escoteiro Escolar. Outra importante contribuição para a literatura escoteira foi o lançamento do Prof. Francisco Floriano de Paula, da Federação Mineira de Escoteiros do livro “Para ser Escoteiro” em 1941. Respeitado dirigente obteve a aprovação para publicação do Comissariado Técnico da UEB e foi impresso nas oficinas da “Folha de Minas”. Em 1953 passa os direitos autorais à Editora Escoteira e agora com 140 páginas lança a 2ª edição e em seu conteúdo apresenta as noções gerais de escotismo, as provas de Noviço e de Segunda Classe e em 1957 com 196 páginas lançou a 3ª edição sempre com revisão e atualização, nesta publicação já contempla também as provas de Primeira Classe. Sobre o autor e sua obra, cabe citar que o Prof. Floriano dirigiu a revista escoteira “Inubia” órgão da Associação de Escoteiros “Afonso Arinos” de Belo Horizonte que circulou entre 1937 e 1940 em que dedica grande parte ao noticiário técnico que posteriormente foi incluído em seu livro bem como a maioria das ilustrações que são de sua autoria.

            O “Catecismo do Escoteiro” escrito pelo Padre José Vigh em 1945, apesar do título foi destinado aos escoteiros do mar da cidade de Morros, sul do estado do Maranhão e no seu prólogo anota-se a dificuldade dos dirigentes locais em adquirir livros escoteiros. Com 171 páginas em formato de bolso, contém em formato de perguntas e respostas todas as etapas de classe, baseado no Guia do Escoteiro do Velho Lobo.

            Outro destacado dirigente da UEB, o General Léo Borges Fortes lançou uma coleção de livros denominada “Biblioteca da Patrulha”, e em setembro de 1951 foi publicada a 1ª edição do “Primeiros Passos em Escotismo - Provas de Classe – a) Noviço” e em seguida as “Provas de Classe – b) Segunda Classe”. Houve também uma 2ª edição das provas para Noviço em 1952. *(Completar com informações da 1ª Classe, se houver)

            Ainda no inicio da década de 1940 é iniciado pelo Dr. João Ribeiro dos Santos com a autorização da UEB a implantação experimental do Ramo Sênior compreendendo jovens de 15 a 18 anos, criando em 20 de novembro de 1945 a primeira Tropa Sênior. A regulamentação do novo ramo foi implantada gradualmente e assim temos a inclusão de um capítulo específico na 4ª edição do Guia do Escoteiro do Velho Lobo e uma citação do livro do Prof. Francisco Floriano de Paula em sua 2ª edição. O conteúdo das etapas de conquistas das classes seguiam com a complementação de alguns itens e permaneceu contínua até 1976 quando foi autoriza a criação de etapas específicas, criando-se então novos distintivos e etapas, e um novo livro lançado em 1981, denominado “Guia do Sênior”, escrito por Ivan Bordallo Monteiro.

            A unificação de todas as federações estaduais, confederações e departamentos na UEB após a VI Assembleia Nacional Escoteira realizada em São Paulo ocorreu em 1950 com a aprovação do novo estatuto nacional, que não alterou ou definiu a adoção de um único modelo de guia ou manual, cabendo destacar que neste período a direção da unidade local de prática do escotismo adotava determinado autor sempre seguindo as orientações sobre as Classes Escoteiras do Regulamento Técnico, que foi reformado em 1952.

            Em 1960 com o surgimento de um novo livro que define a estrutura técnica do escotismo nacional baseado no modelo inglês denominado “Policy, Organisation and Rules” e que aqui recebeu o nome de “Princípios, Organização e Regras – P.O.R.o Prof. Francisco Floriano de Paula, a pedido da Direção Nacional da UEB é convidado a dividir seu livro “Para ser Escoteiro” em três partes, organizando então novos textos e lançando em 1961 a primeira edição do “Para ser Escoteiro Noviço” com uma tiragem inicial de 6 mil exemplares em 110 páginas.

            Dois anos após, em 1963 é lançado pelo mesmo autor para completar a série, os livros “Para Ser Escoteiro de 2ª Classe” com 5 mil exemplares em 128 páginas e também “Para Ser Escoteiro de 1ª Classe” com 3 mil exemplares com 142 páginas. Os novos guias com o passar dos anos tornaram-se referência, pois eram editados pela Editora Escoteira da UEB já em sua 1ª edição e estavam atualizados com as novas orientações do P.O.R. e constavam com as provas especificas do Ramo Sênior no final dos capítulos para a complementação do adestramento escoteiro. Seguiram-se com as impressões da 2ª edição em 1964 do “Para Ser Escoteiro Noviço” com 10 mil exemplares, do “Para Ser Escoteiro de 2ª Classe” em 1965(!) com 5000 exemplares e “Para Ser Escoteiro de 1ª Classe” em 1967 com 5 mil exemplares.

            A terceira edição dos livros foi publicada na seguinte sequência: “Para Ser Escoteiro Noviço” em 1967 com 10 mil exemplares, juntamente com o “Para Ser Escoteiro de 2ª Classe” com 5 mil exemplares. Já o “Para Ser Escoteiro de 1ª Classe” saiu em 1974 com 5 mil exemplares sendo a última edição desta classe escoteira. Seguiram-se então em 1970 com a 4ª edição do “Para Ser Escoteiro Noviço” com 10 mil exemplares e em 1972 saiu a última edição do “Para Ser Escoteiro de 2ª Classe” com 5 mil exemplares. Finalmente em 1973 é publicada a 5ª e última edição do “Para Ser Escoteiro Noviço” com a tiragem de 10 mil exemplares.

            Foram 13 anos de

Implantação da lis de ouro

Guia do mar – velho lobo em
 Guia de especialidades !!!!



Lobo Audaz; Lobo Solitário
As provas para noviços
Diário da Manhã
1948
Recife

Mário Lôbo
Manual do escoteiro
Gertum Carneiro

Léo Borges Fortes
Primeiros passos em escotismo provas de classes 2a classe
Brand Ltd
1954
Rio de Janeiro

Leo Borges Fortes
Provas de classes (noviço)
Carioca Ltda
4a
1958
Rio de Janeiro

Pedro Dias de Campos
Programas e horários para a instrução technica dos escoteiros
Jacob Zlatopoisky
1918
São Paulo

Pedro Dias de Campos
Programas e horários para a instrução technica dos escoteiros
Pocai & Comp.
1921
São Paulo

ABE
O escotismo
A.B.E.
1919
São Paulo

Pedro Dias de Campos
Socorros de Urgência
Martinelli Passos & C
1921
São Paulo

Lizé Costa
Etapas de primeira classe modalidade mar
Marinha do Brasil
1985
Rio de Janeiro

UEB
Novas provas de classe de escoteiros e seniores
UEB
Brasília

XAVIER, Aristoteles. Methodo pratico para se organizar um núcleo de escoteiros, adequado ao ensino da gymnastica moderna (instrucções provisorias). Artigo publicado na revista “O Ensino”, ano II, n. 3. Curitiba, outubro de 1923. Acervo: Memorial Lysimaco Ferreira da Costa






1915
Manual do Escoteiro
Baden Powell
1ª edição
1916
Escotismo
Attílio Vivacqua

O Livro do Escoteiro
Gingle e Pollo
1ª edição
1917
Manual do Escoteiro
Baden Powell
2ª edição
Instrucção Technica
Pedro D. Campos

Educação Physica
Pedro D. Campos

1918
Programas e horários para a instr...
Pedro D. Campos

1919
O Escotismo
A.B.E.

1920
O Livro do Escoteiro
Gingle e Pollo
2ª edição
Ementário de Escoteiros
B. Cellini

Guia do Escoteiro Baiano
Edgar da C. Cordeiro

Organização de Brig.de Escoteiras
Adelardo S. Cauby

1921
Programas e horários para a instr...
Pedro D. Campos

Socorros de Urgência
Pedro D. Campos

1922
O Livro do Escoteiro
Gingle e Pollo

Escotismo
Attílio Vivacqua

Ementário de Escoteiro
B. Cellini

1924
Guia Brasileiro do Escoteiro
Hilário Freire

1925
Guia do Escoteiro
Velho Lobo
1ª edição
1927
Caderno do Escoteiro
Velho Lobo

Organ., Promessas, leis e progr...
Aristoteles Xavier

1930
Manual do Noviço
Gelmirez de Melo

1932
Guia do Escoteiro
Velho Lobo
2ª edição
Caderno do Escoteiro
Velho Lobo

1940
Manual do Noviço Escolar
Wilson de Miranda

1941
Para Ser Escoteiro
Francisco F. de Paula
1ª edição
1942
Caderno do Escoteiro
Velho Lobo

1943
Guia do Escoteiro
Velho Lobo
3ª edição
1945
Catecismo do Escoteiro
José Vigh, Pe.
1ª edição
1948
As Provas para Noviços
Lobo Audaz, Lobo S.

1949
Caderno do Escoteiro
Velho Lobo

1951
Provas de Classe: a) Noviço
Léo Borges Fortes
1ª edição
1952
Provas de Classe: a) Noviço
Léo Borges Fortes
2ª edição
1953
Para Ser Escoteiro
Francisco F. de Paula
2ª edição
1954
Provas de Classe: b) 2ª Classe
Léo Borges Fortes

1957
Para Ser Escoteiro
Francisco F. de Paula
3ª edição
A Grande Pista – Livro de bolso...
Anselmo V. Carvalho
1ª edição
1959
Guia do Escoteiro
Velho Lobo
4ª edição
1961
Para Ser Escoteiro Noviço
Francisco F. de Paula
1ª edição
Escotismo para Rapazes
Baden-Powell

1962
Provas da Modalidade do Ar
Guy E. Burrowes

1963
Para Ser Escoteiro de 2ª Classe
Francisco F. de Paula
1ª edição
Para Ser Escoteiro de 1ª Classe
Francisco F. de Paula
1ª edição
1964
Para Ser Escoteiro Noviço
Francisco F. de Paula
2ª edição
1965(!)
Para Ser Escoteiro de 2ª Classe
Francisco F. de Paula
2ª edição
1967
Para Ser Escoteiro Noviço
Francisco F. de Paula
3ª edição
Para Ser Escoteiro de 2ª Classe
Francisco F. de Paula
3ª edição
Para Ser Escoteiro de 1ª Classe
Francisco F. de Paula
2ª edição
1969
Escalada – Provas de Religião ...
Ass. Rel. Nac. Catól.

1970
Para Ser Escoteiro Noviço
Francisco F. de Paula
4ª edição
1972
Para Ser Escoteiro de 2ª Classe
Francisco F. de Paula
4ª edição
1973
Para Ser Escoteiro Noviço
Francisco F. de Paula
5ª edição
1974
Para Ser Escoteiro de 1ª Classe
Francisco F. de Paula
3ª edição
1975
Escotismo para Rapazes
Baden-Powell

!!!!
Novas Provas de Classe de Escot...
UEB - Brasilia

1979
Livro de Noviço
Sérgio da Silva Costa
2ª edição
1980
Guia do Escoteiro Noviço
Luiz Paulo C.Maia et
1ª edição
Guia do Escoteiro de 2ª Classe
Luiz Paulo C.Maia et
1ª edição
1981
Guia do Escoteiro de 1ª Classe
Luiz Paulo C.Maia et
1ª edição
Guia do Sênior
Ivan B. Monteiro et
1ª edição
1983
Guia do Escoteiro Noviço
Luiz Paulo C.Maia et
2ª edição
Guia do Sênior
Ivan B. Monteiro et
2ª edição
1985
Etapas de 1ª Classe modal.do mar
Lizé Costa

1986
Escotismo para Rapazes
Baden-Powell

1987
Guia do Escoteiro Noviço
Luiz Paulo C.Maia et
3ª edição
1989
Guia do Escoteiro de 2ª Classe
Luiz Paulo C.Maia et

Guia do Sênior
IvaB. Monteiro et
3ª edição
1990
Escotismo para Rapazes
Baden-Powell

1993
Guia do Escoteiro Noviço
Luiz Paulo C.Maia et
4ª edição
Escotismo para Rapazes
Baden-Powell

1994
Guia do Escoteiro de 2ª Classe
Luiz Paulo C.Maia et

Guia do Escoteiro
Velho Lobo
5ª ed. Fac simile
Guia do Sênior
Ivan B. Monteiro et

1997
Para Ser Escoteiro do Ar
Marcelo D. Penteado
1ª edição
Guia do Escoteiro de 2ª Classe
Luiz Paulo C.Maia et

1998
Guia Escoteiro
M.Carvalho e M.Hugo
1ª edição
Guia Sênior
M.Carvalho e M.Hugo
1ª edição
1999
Para Ser Escoteiro do Ar
Marcelo D. Penteado
2ª edição
2000
Guia Escoteiro
M.Carvalho e M.Hugo
4ª edição !!!
2001
Guia Escoteiro
M.Carvalho e M.Hugo
4ª edição !!!
Guia Sênior
M.Carvalho e M.Hugo
4ª edição
2002
Registro de Progressão Pess.- P/T
UEB/DN

Registro de Progressão Pess. R/T
UEB/DN

2005
Conhecendo o Ramo Escoteiro PI
ERPJ/UEB-SP
1ª edição
2006
Escotismo para Rapazes
Baden-Powell

2008
Guia Sênior
M.Carvalho e M.Hugo
8ª edição
2010
Guia da Aventura Escoteira P/T
Dir. Mét. Educ. UEB
1ª edição
Guia da Aventura Escoteira R/T
Dir. Mét. Educ. UEB
1ª edição
Tropa Escot. em Ação - PI
Dir. Mét. Educ. UEB
1ª edição
2011
Guia do Desafio Sênior
Dir. Mét. Educ. UEB
1ª edição
Ramo Sênior em Ação
Dir. Mét. Educ. UEB
1ª edição
2012













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